14 de novembro de 2011

Ofereça seu lar para ser um "Lar de Passagem" para um animalzinho abandonado!


A Proambi (São José do Rio Preto - SP) está cadastrando "Casas de passagem": animais resgatados de abandono ou feridos primeiro vão para clínicas veterinárias para os primeiros socorros, exames e medicamentos, mas em seguida precisam ficar em lares provisórios até adoção.

A Proambi não possui abrigo, mesmo porque para criar e manter um é preciso muito dinheiro para um mínimo de estrutura: canis, local para exercícios, alojamento para os doentes, quarentena, sala de banho, sala de cuidados com os doentinhos, cozinha, etc. etc. Além de organização e higiene excepcionais, portanto necessário também funcionários.

Trabalhamos com os lares provisórios, o que é mais viável e até melhor para o animal resgatado. Fornecemos o alimento, medicamentos e material de limpeza.

Após o cadastro faremos uma visita pessoal para ver a real possibilidade e conversar os detalhes.

Se você gosta de animais e quer fazer algo em benefício deles, mesmo não sendo um protetor, abra o seu lar e seu coração para ser um lar provisório!

Algumas exigências para o cadastro: amor pelos animais, responsabilidade, ser maior de 18 anos, concordância de todos familiares e moradores da casa, ter algum espaço disponível, ter poucos animais de estimação em casa.

Envie um comentário aqui ou email para contato@proambi.org.br

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

5 de novembro de 2011

Cãoquetel e Bingo


Dia 19 de novembro de 2011 (sábado), a partir de 15:00 horas, será realizado o evento "Cãoquetel e Bingo", no salão do Rotary Club de São José do Rio Preto, para arrecadação de fundos em prol dos animais. É uma parceria entre a Proambi, o grupo U.B.E.A (Unidos pelo Bem Estar Animal) e protetoras independentes.

Toda renda será revertida para as ações realizadas pelos três grupos, no desenvolvimento da conscientização sobre posse responsável de animais de estimação, divulgação da importância da castração como método de controle do aumento desordenado de animais de rua, socorro a animais abandonados e sua assistência em lares provisórios de passagem até adoção, o que implica em despesas com atendimento veterinário, vermifugação, vacinação, alimentação e castração e gera despesas com materiais, alimentação, clínicas veterinárias, cirurgias, remédios, vacinas e produtos de higiene e limpeza.

Estimacão 2011


A Proambi participou do Estimacão 2011, em agosto, no centro de Exposições de São José do Rio Preto, evento que ocorre todos os anos sob o patrocínio da TV Tem e ração Special Dog.
A cada ano mais pessoas comparecem ao evento. O objetivo é divulgar a posse responsável de animais domésticos, dar orientações sobre saúde animal, incentivar a adoção de animais e divulgar os trabalhos das ONGs de proteção animal de nossa cidade.

15 de janeiro de 2011

Fashion Rio : Polemico, uso de peles volta as passarelas

Fashion Rio: Polêmico, uso de peles volta às passarelas (Estadão)





Material apareceu em coleções de inverno de três estilistas em semana de moda carioca; para ambientalistas, tendência é cruel e desnecessária



A temporada de moda mal começou no Rio e já traz, além de tendências para outono e inverno, uma grande polêmica ambiental: o uso de peles verdadeiras. Nos desfiles do Fashion Business – evento paralelo à Fashion Rio, que começou ontem -, pelo menos três estilistas levaram peles à passarela: Carlos Miele, que usou raposa e coelho; Patrícia Vieira, que apresentou roupas de pele de cabra e de coelho, e Victor Dzenk, com peles de chinchila tingidas de rosa, vermelho e azul.

O tema é controverso porque o inverno brasileiro é ameno e não haveria razão para o uso de peles verdadeiras. “Não se justifica usar peles no Brasil”, afirma Ingrid Eder, gerente de campanha da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, em inglês). Segundo ela, mesmo os animais que são criados para a produção de pele são submetidos a maus tratos. “Não há morte indolor. As chinchilas são eletrocutadas ou têm os pescoços deslocados. Agonizam conscientes, enquanto a pele é retirada”, diz.

A estilista Patrícia Vieira argumenta que não pode usar material sintético porque sua “única matéria prima é o couro”, que trabalha desde o curtimento até o acabamento. Mas ela ressalta que só usa “couro abatido pela carne”, que é um subproduto. “O que faço é aproveitar o que sobra e usar um acabamento diferenciado. Também não sou a favor de usar animais abatidos só para esse fim e me preocupo com todo o processo. Só trabalho com curtumes que tenham tratamento de resíduos para não agredir o meio ambiente”, diz a estilista (leia mais abaixo).

Chiara Gadaleta, consultora de moda, avalia que é “desnecessário o uso de peles verdadeiras nas passarelas”. “Nosso clima não pede peças tão quentes. E pensando em uma época onde a moda precisa coexistir, integrar-se com o meio ambiente e com todos os ecossistemas, o uso de peles de animais significa dizer não a essas necessidades”, afirma. Ela lembra que existem alternativas para peças de inverno, como técnicas de tricô. A consultora lança amanhã no Rio um instituto para promover a sustentabilidade na moda. “O nosso papel é o de informar e conscientizar, mas a decisão é do estilista”, diz.

Os ativistas pelos direitos dos animais ficaram chocados com o uso de peles nos desfiles brasileiros. Nina Rosa Jacob, presidente do Instituto Nina Rosa, afirma que vestir peles no País não faz sentido.” Os estilistas deveriam usar materiais que valorizassem nossas verdadeiras origens”, diz. Ela conta que em novembro do ano passado foram feitos diversos protestos pelo mundo, até mesmo em Porto Alegre e em São Paulo. O movimento foi chamado de Sexta-feira Sem Pele. “Mas não costumamos fazer protestos em grande escala no Brasil porque o uso não é comum.”

Ashley Byrne, da ONG internacional de proteção aos animais Peta, afirma que as peles sintéticas são mais leves, mais duráveis e práticas para cuidar. “É irresponsável e desnecessário usar peles verdadeiras, especialmente num país de clima quente como o Brasil.”

Negócio. Apesar do clima, o uso de peles é um promissor negócio no Brasil. O País é o segundo maior produtor de peles de chinchila, atrás da Argentina. São cerca de 500 fazendas que abatem e comercializam em torno de 40 mil peles por ano.

O deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), autor de um projeto de lei que proíbe o abate de chinchila para o comércio da pele, afirma que já participou de apreensões de animais até em São Paulo. “Eram 400 chinchilas, confinadas em gaiolas num apartamento no Bom Retiro”, conta. Para o deputado, o uso de peles na moda brasileira é um retrocesso.

Mas as peles ainda têm um público cativo. O empresário Luiz Mori é proprietário do Atelier de Peles, que há mais de 60 anos armazena casacos de pele natural de famílias tradicionais de São Paulo. Além de guardar as peças, ele faz manutenção e reformas.

Cada peça pode custar de R$ 4 mil a R$ 20 mil, mas existem casacos de até R$ 100 mil, feito de zibelina russa. “Quem armazena os casacos são famílias ricas. Antes, a classe média também usava, mas está surgindo uma nova classe média que não usa.”

Para o empresário, a pele natural e a sintética são “bem diferentes”. “A pele natural tem qualidade superior. É muito mais chique que a sintética.”

Fonte: Estadão


13 de agosto de 2010

DIRETOR DE "THE COVE" CONSIDERA TRAGÉDIA PESCA DE GOLFINHOS NO BRASIL

O norte-americano Louie Psihoyos, diretor do filme ganhador do Oscar “The Cove”, considera a pesca de golfinhos no Brasil uma “tragédia de grandes proporções”.


O documentário denuncia o massacre de golfinhos em Taiji, cidade costeira do Japão. Mas o Brasil também tem experiências do gênero. O caso mais recente revelado no país é a matança de 83 desses animais no Amapá em 2007, denunciado pela ONG Instituto Sea Shepherd Brasil.


Os animais foram repassados a um navio de pesca em alto mar para ser usados como isca de tubarão, como admitiu o dono das embarcações em audiência em abril, afirma Cristiano Pacheco, diretor jurídico do instituto. “Conseguimos, por ordem judicial, apreender as duas embarcações do réu.”


Além desse caso, o ambientalista José Truda Palazzo, membro do Centro de Conservação Cetácea e representante do Brasil na Comissão Internacional da Baleia até 2009, cita “matanças de tucuxis (botos-cinzas) na costa norte, botos-vermelhos na Amazônia e o desaparecimento iminente da toninha no Sul do país”.


O diretor Psihoyos ironiza: “Dois anos atrás, golfinhos de água doce da China foram declarados extintos, e o Brasil pode ter a "honra" de assistir a outra extinção de espécies”.


Ocorre que, apesar de o Brasil ter uma “legislação de vanguarda” na proteção aos golfinhos, há uma “absoluta falta de fiscalização”, afirma o ex-comissário Palazzo. A Lei Federal de Cetáceos (7.643/97) proíbe tanto a captura como a perturbação deles — o que inclui baleias e golfinhos.


O diretor considera que o Brasil, onde “já esteve várias vezes”, é “um dos mais bonitos e complexos ecossistemas do mundo”, mas “corre o risco de se tornar uma gigantesca fazenda corporativa”.


SEM FILME NO BRASIL


O filme “The Cove” ainda não estreou em cinemas do Brasil ou América Latina, nem apareceu em festivais da região, apesar de a primeira exibição do filme em festival ter acontecido em abril de 2009 nos Estados Unidos. A obra também passou por Turquia e Eslovênia e estreou nos cinemas do Japão, em julho último, apesar da resistência de conservadores.


“Suponho que nenhum distribuidor no Brasil considere que este filme, que ganhou mais de 75 prêmios pelo mundo, seja de interesse para seu país”, declara Louie Psihoyos. “Não fomos convidados por nenhum festival de cinema aprovado por nosso distribuidor. Mas adoraríamos exibir o filme aí. Seria um lugar perfeito!”.


Carl Clifton, diretor da distribuidora do filme, The Works Internacional, aponta apenas que “documentários, com raras exceções, tendem a enfrentar dificuldades para vender ou se estabelecer na região”.


“EMBAIXADORES”


O diretor de “The Cove” nutre uma admiração especial pelos golfinhos. “Eles têm cérebros bem maiores que os nossos”, lembra Psihoyos. São também “os únicos animais selvagens conhecidos que resgatam humanos”.


Mas o ex-comissário Palazzo afirma que “os cetáceos acabam sendo os “embaixadores” do mar para que possamos perceber os problemas de conservação marinha como um todo”.


“Quando se fala em direito à vida”, não faz sentido excluir alguns por não serem por não serem ‘fofos’”, argumenta Cristiano Pacheco. “A tendência é que, aos poucos, vencendo paradigmas culturais e educacionais de nosso século, cada ser vivo passe a ser visto por seu valor em si, e não apenas para o ecossistema em que vivem.”


O próprio cineasta Psihoyos afirma não comer “animais que andam” há décadas. “Queremos começar um movimento para salvar o mundo natural da destruição humana”, diz ele.



(Fonte: Folha de São Paulo)

12 de agosto de 2010

PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA RECEBE DOCUMENTOS QUE FUNDAMENTAM CRIAÇÃO DE GRUPO DE DEFESA ANIMAL

Em reunião realizada no dia 3 deste mês, com o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público (MP/SP), Fernando Grella Vieira, o Deputado Fernando Capez entregou os documentos para subsidiar a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal.
Capez trouxe à baila as razões concretas que justificam a criação de um grupo que contará com Promotores de Justiça, os quais terão atribuições cumulativas, especialmente designados para cuidar das questões que possam envolver animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Participaram do encontro Maurício Varallo, Coordenador do Grupo Sentiens Defesa Animal, e a advogada e escritora Stela Prado.
A ação é produto do histórico do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo parlamentar nos últimos tempos, o qual se iniciou na data de 14 de abril deste ano, com a solicitação feita ao Chefe do MP para encaminhamento à Assembleia Legislativa de projeto de lei visando à criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal no Estado de São Paulo, nos moldes do que já vem sendo requerido em outros Estados, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Espírito Santo e Paraná. Na sequência, Capez encaminhou indicação ao Governador do Estado sugerindo a criação da Delegacia de Proteção aos Animais, no âmbito do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
Após todas essas iniciativas, o parlamentar realizou reunião, no dia 24 de maio, com Fernando Grella, na qual surgiu a ideia da realização de estudos para viabilizar a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal, o que fez com que Capez envidasse esforços no sentido de trazer ao Chefe do MP todos os elementos materiais para embasar a sua convicção.
Nesse contexto, todas as ações do Deputado vêm atendendo aos reclamos de uma parcela significativa da população, cuja campanha Direitos dos Animais, uma Questão de JUSTIÇA, culminou com o apoio de mais de 200 organizações sociais de defesa animal, ambientalistas e pelo menos 20.000 signatários de petições virtual e física.


(Fonte: Boletim Informativo Sentiens)

10 de agosto de 2010

ANIMAIS AINDA SÃO ENCARADOS COMO MERCADORIA

Recentemente, foi publicada uma matéria no jornal O Estado de S. Paulo, informando sobre canis em São Paulo que comercializam por altos preços animais para outros estados e até para o exterior.

Segundo a reportagem, esses canis se especializaram em explorar e criar animais de raças raras, ditas “diferenciadas”, para comercializá-los , principalmente, para as regiões Norte e Nordeste e até para fora do país.
Algumas das raças mais procuradas seriam a papillon, saluki, chow chow e samoieda. Mesmo diante de um cenário tão triste de tantos animais vivendo abandonados pelas ruas, à espera de adoção, há quem queira comprar um animal como quem compra uma jaqueta.

Tratados como simples mercadorias

Um animal da raça papillon sai por R$ 5 mil. “É como ter uma bolsa de grife”, diz o criador Rochester Oliveira. Um chow chow e um samoieda custam entre R$1,5 mil e R$ 2 mil. E ainda tem o frete, entre R$ 200 e R$ 1 mil, dependendo do peso do cachorro e o destino.

Nota da Redação: Estamos diante de um comportamento egoísta, oportunista, desrespeitoso, antiético e, portanto, inconcebível. Enquanto milhares de animais sofrem e morrem de frio, de fome, de doenças, abandonados nas ruas, criadores investem o seu tempo no confinamento de animais para reproduzirem, transformando a sua atividade numa fábrica de filhotes. Se a intenção é ganhar dinheiro, que ao menos não façam isso usando vidas de seres inocentes como fonte de seus lucros. A ganância humana não tem limites. Animais não são objetos, nem mercadorias para estarem à venda. Quem quiser um bichinho “diferenciado” que compre um de pelúcia, em vez de usar seres vivos e manipular suas vidas e destinos como um deus perverso que desconhece o que é respeito. O comércio de animais precisa acabar.

(Fonte: ANDA)

Veja abaixo o documentário legendado "Segredos do Pedigree", que mostra toda a verdade sobre as condições de vida das "matrizes" de canis e gatis.













8 de agosto de 2010

HOME - O MUNDO É NOSSA CASA

Se você ainda não assistiu, vale a pena assistir.

"Foi lançado dia 5 de Junho de 2009, Dia Mundial do Ambiente, numa intervenção nunca vista - simultaneamente em cerca de 50 países; ao mesmo tempo em DVD, na TV e na Internet, com o objetivo de chegar ao maior número de pessoas possível.

O documentário de Yann Arthus-Bertrand tenta alertar para a necessidade de travarmos já hoje o processo de destruição progressiva do planeta iniciado pelo Homem há 200 mil anos e extraordinariamente agravado nos últimos cinquenta anos.

O filme apresenta grande qualidade visual, mostrando-nos imagens aéreas e não só de mais de cinquenta países de todo o mundo de tal beleza que por diversas vezes nos perguntamos se serão reais.

Ainda que não se queira pessimista, o documentário é bastante alarmista, apresentando prazos curtíssimos para grandes danos ambientais ainda por nós incalculados. Centrado essencialmente nas últimas décadas, o documentário tenta compensar esse choque que provoca com uma mensagem de esperança ao lembrar todas as iniciativas que já foram tomadas para evitar o esgotamento das fontes de energia, o aquecimento global, a destruição de inúmeros ecossistemas entre outros aspectos e ao apelar a que cada espectador faça a sua parte quanto mais não seja tomando real consciência do estado das coisas."



















6 de agosto de 2010

ANIMAIS DOMÉSTICOS E DOMESTICADOS PODEM PERDER A PROTEÇÃO PREVISTA NA LEI FEDERAL 9.605

Cães, gatos, coelhos, cavalos, pássaros, bois, galinhas, cabras, porcos, ovelhas e tantos outros animais podem perder a proteção prevista na lei federal 9.605 (Lei de Crimes Ambientais). Se a realidade deles é triste, muitas vezes trágica, pode ficar pior. Um projeto de lei que está para ser votado, nos próximos dias, na Câmara dos Deputados retira esses animais do abrigo da Lei.


Assim que a lei 9.605 foi aprovada, em fevereiro de 1998, o ex-deputado Thomás Nonô, atualmente filiado ao DEM de Alagoas, protocolou o projeto de lei 4.548/98, com o objetivo de retirar da Lei de Crimes Ambientais a proteção dos animais domésticos e domesticados. Sob o absurdo argumento de preservação da cultura, da tradição, já que os animais são usados em rodeios, vaquejadas, rinhas e em outras crueldades.

O artigo 32, que o PL do ex-deputado quer retirar, diz que é crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

Se com a proteção da lei os animais já são vítimas de explorações, maldades, sem ela não teremos forma legal de penalizar as crueldades cometidas contra eles.

Na terça-feira (03) o deputado federal Antonio Carlos Pannunzio (PSDB/SP), com base eleitoral em Sorocaba, requereu, com prioridade, a inclusão do PL 4.548/98 do ex-deputado Thomás Nonô para entrar na Ordem do Dia. Isto significa que o PL pode ser votado a qualquer momento na Câmara dos Deputados, e pior, os animais domésticos e domesticados podem perder a proteção.

A aprovação deste projeto de lei é um gravíssimo retrocesso. Enquanto o mundo todo avança no sentido de proteger os animais, aqui no Brasil políticos sem qualquer consciência querem tirar o pouco de direito que eles têm.

“É necessário que os ativistas e todas as pessoas que amam animais se mobilizem. Não podemos aceitar que crueldades cometidas em atividades como vaquejadas, rinhas e tantas outras formas de tortura não sejam mais tipificadas como crime. É fundamental que promovamos uma ampla mobilização para que as deputadas e deputados ouçam as vozes da sociedade”, conclamou o ex-vereador e ativista pelos Direitos Animais, Gabriel Bittencourt.

(Fonte: ANDA)

O QUE PODEMOS FAZER?
Podemos escrever para todos os deputados abaixo listados. Se desejar, utilize a carta modelo a seguir:


"Excelentíssimos Senhores Deputados Federais
Somos contra a alteração do artigo 32, da lei 9605/98. Defendemos que seja mantido em sua íntegra o texto atual, que tipifica como crime o ato de maus-tratos a animais domésticos e domesticados. Este texto legal vigora há 12 anos e está em plena coerência com as normas basilares ambientais expressas em nossa Constituição Federal, em seu artigo 225, parágrafo 1º, inciso VII, o qual veda práticas cruéis contra animais não humanos.
A manutenção da redação atual do artigo 32 preserva a ferramenta mais importante na criminalização da violência contra animais, promovendo uma sociedade mais justa e pacífica.
Contamos com a sua importante participação nesta decisão a favor da justiça."

(nome, cidade, estado)




Caso tenha dificuldade para enviar para todos os endereços de uma única vez, separe em blocos de 50 endereços.

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5 de agosto de 2010

MORREU NA ULTIMA TERÇA-FEIRA (3 DE AGOSTO) O LEÃO WILL, DO RANCHO DOS GNOMOS

Morreu nesta terça-feira (3) Will, um leão que viveu 13 anos em uma carreta de circo, sendo violentamente subjugado pelo domador. Ele encontra-se, neste momento, na USP, com a equipe técnica do Rancho dos Gnomos, que está realizando necrópsia em seu corpo para obtenção do laudo oficial da causa mortis.
O primeiro contato com a terra e grama foi no Santuário Rancho dos Gnomos. Assistam, aqui, a esse momento de pura emoção.





Sua história, assim como a de todos os animais com histórico de vida em circo, é revelada quando notamos as marcas de tortura em seu frágil corpo, bem como em resultados de exames clínicos.


A HISTÓRIA DE WILL


Em 28 de dezembro de 2005, a equipe do Rancho dos Gnomos (Silvia, Marcos Pompeu e equipe técnica) dirigiu-se ao Rio de Janeiro-RJ para resgatar um leão que fora apreendido no circo Koslov e encaminhado para o RIOZOO, onde permaneceu por aproximadamente 60 dias.

Enquanto isso, um novo recinto estava prestes a ser concluído no Rancho graças ao apoio de Karlinhos e Carolina, grandes amigos e parceiros. Foi o total empenho deste casal em solucionar tal caso que possibilitou o fim dos maus-tratos, exploração, abuso, violência e negligência para com o animal.

Motivados por uma reportagem publicada em um jornal local sobre o assunto, Karlinhos e Carolina deram início a uma longa e burocrática maratona em busca de uma solução para o leão que, naquele momento, ainda se encontrava nos bastidores do referido circo.

Foram imediatamente até o local em que o circo estava instalado e, como é de praxe, o mesmo já havia partido. Embora fosse muito grande a dificuldade de novamente localizá-lo, a busca pelo paradeiro do tal circo prosseguiu e, felizmente, resultou bem sucedida.

Ao localizá-lo, e seguindo orientação do Jurídico do Rancho dos Gnomos, Karlinhos foi pessoalmente atestar a presença do leão no circo e constatar sua apresentação, lembrando que é proibido o uso de animais em espetáculos circenses no Estado do Rio de Janeiro (Lei Estadual Nº 3.714/01).
Indignado com a situação deplorável que presenciou e munido de fotos, Karlinhos prosseguiu com os trâmites legais indo até o Ministério Público protocolar uma representação encaminhada pela Dra. Renata de Freitas Martins, acompanhada das provas adquiridas.

Enquanto o inquérito civil MPRJ Nº 2005.001.22137.00 corria, Karlinhos também corria para conseguir os recursos necessários para a construção do recinto.

Finalmente, o dia do resgate chegou. Por volta das 14:00h do dia 29 de dezembro de 2005, a equipe do Rancho dos Gnomos chegou ao RIOZOO, onde foi possível constatar pessoalmente a triste situação em que também vivem os animais excedentes – no extra (bastidores) – dos ZOOs.

Em um compartimento de aproximadamente 2,50cm x 1,50cm, totalmente cimentado e com pouquíssima luminosidade, encontrava-se “Baby” (como era chamado o leão).

Após um dramático resgate realizado por funcionários do ZOO, a equipe do Rancho dos Gnomos finalmente pôde levar “Baby” para o seu novo lar em Cotia-SP.

“Baby” agora se chama “Will”, em homenagem ao filho do corajoso e excepcional casal Karlinhos e Carolina.


A história de Will foi concluída depois de um grande jogo de empurra entre o Ibama e o Sr. Vitor Fasano – na época, Secretário da SEPDA (Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais/RJ) – que, como sempre, nada fazem, nada resolvem.
Já no Rancho dos Gnomos, após o período de quarentena, mais uma etapa foi vencida, talvez a mais emocionante: a soltura de Will em um recinto construído especialmente para ele.

Will viveu majestoso no Rancho dos Gnomos.


(Fonte: Rancho dos Gnomos)