Em reunião realizada no dia 3 deste mês, com o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público (MP/SP), Fernando Grella Vieira, o Deputado Fernando Capez entregou os documentos para subsidiar a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal.
Capez trouxe à baila as razões concretas que justificam a criação de um grupo que contará com Promotores de Justiça, os quais terão atribuições cumulativas, especialmente designados para cuidar das questões que possam envolver animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Participaram do encontro Maurício Varallo, Coordenador do Grupo Sentiens Defesa Animal, e a advogada e escritora Stela Prado.
A ação é produto do histórico do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo parlamentar nos últimos tempos, o qual se iniciou na data de 14 de abril deste ano, com a solicitação feita ao Chefe do MP para encaminhamento à Assembleia Legislativa de projeto de lei visando à criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal no Estado de São Paulo, nos moldes do que já vem sendo requerido em outros Estados, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Espírito Santo e Paraná. Na sequência, Capez encaminhou indicação ao Governador do Estado sugerindo a criação da Delegacia de Proteção aos Animais, no âmbito do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
Após todas essas iniciativas, o parlamentar realizou reunião, no dia 24 de maio, com Fernando Grella, na qual surgiu a ideia da realização de estudos para viabilizar a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal, o que fez com que Capez envidasse esforços no sentido de trazer ao Chefe do MP todos os elementos materiais para embasar a sua convicção.
Nesse contexto, todas as ações do Deputado vêm atendendo aos reclamos de uma parcela significativa da população, cuja campanha Direitos dos Animais, uma Questão de JUSTIÇA, culminou com o apoio de mais de 200 organizações sociais de defesa animal, ambientalistas e pelo menos 20.000 signatários de petições virtual e física.
(Fonte: Boletim Informativo Sentiens)
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12 de agosto de 2010
9 de agosto de 2010
8 de agosto de 2010
HOME - O MUNDO É NOSSA CASA
Se você ainda não assistiu, vale a pena assistir.
"Foi lançado dia 5 de Junho de 2009, Dia Mundial do Ambiente, numa intervenção nunca vista - simultaneamente em cerca de 50 países; ao mesmo tempo em DVD, na TV e na Internet, com o objetivo de chegar ao maior número de pessoas possível.
O documentário de Yann Arthus-Bertrand tenta alertar para a necessidade de travarmos já hoje o processo de destruição progressiva do planeta iniciado pelo Homem há 200 mil anos e extraordinariamente agravado nos últimos cinquenta anos.
O filme apresenta grande qualidade visual, mostrando-nos imagens aéreas e não só de mais de cinquenta países de todo o mundo de tal beleza que por diversas vezes nos perguntamos se serão reais.
Ainda que não se queira pessimista, o documentário é bastante alarmista, apresentando prazos curtíssimos para grandes danos ambientais ainda por nós incalculados. Centrado essencialmente nas últimas décadas, o documentário tenta compensar esse choque que provoca com uma mensagem de esperança ao lembrar todas as iniciativas que já foram tomadas para evitar o esgotamento das fontes de energia, o aquecimento global, a destruição de inúmeros ecossistemas entre outros aspectos e ao apelar a que cada espectador faça a sua parte quanto mais não seja tomando real consciência do estado das coisas."
4 de agosto de 2010
CANTOR MORRISSEY PEDE À RAINHA DA INGLATERRA QUE A GUARDA REAL DEIXE DE USAR PELES DE ANIMAIS
O cantor Morrissey escreveu uma carta para o jornal The Times pedindo à rainha que a guarda do exército britânico deixe de usar peles de animais em seus chapéus.
A carta do ex-vocalista do Smiths foi publicado no jornal de 2 de agosto. Nela, Morrissey escreveu que a responsabilidade pelo traje é da rainha.
“É difícil não olhar para a própria rainha – afinal, eles são os seus guardas, e ela certamente deve estar ciente do horrível processo utilizados para suprir com pele de urso os chapéus de seus guardas”, escreveu ele. E acrescentou: “A mera visão de cada chapéu de pele de urso deve certamente atingir o coração da rainha”.
Morrissey também mostrou seu apoio à política conservadora Anne Widdecombe, que também escreveu sobre o assunto no jornal em 30 de julho, e elogiou a filha de Paul McCartney, Stella, pela criação de chapéus de pele sintética.
Ele escreveu: “Sim, direitos dos animais movem pessoas diferentes de formas diferentes, e há ainda aqueles que pensam que os animais simplesmente não têm direitos. Mas não existe razão para propositadamente impedir a vida do urso pardo do Canadá especialmente para os chapéus da guarda – isso é um absurdo, pois eles podem ser facilmente substituídos por versões artificiais (graças à visionária Stella McCartney), sem envolver mortes.“
O cantor terminou sua carta dizendo que guardas que usam peles de animais refletem “o que há de mais baixo no espírito humano”.
(Fonte: ANDA)
A carta do ex-vocalista do Smiths foi publicado no jornal de 2 de agosto. Nela, Morrissey escreveu que a responsabilidade pelo traje é da rainha.
“É difícil não olhar para a própria rainha – afinal, eles são os seus guardas, e ela certamente deve estar ciente do horrível processo utilizados para suprir com pele de urso os chapéus de seus guardas”, escreveu ele. E acrescentou: “A mera visão de cada chapéu de pele de urso deve certamente atingir o coração da rainha”.
Morrissey também mostrou seu apoio à política conservadora Anne Widdecombe, que também escreveu sobre o assunto no jornal em 30 de julho, e elogiou a filha de Paul McCartney, Stella, pela criação de chapéus de pele sintética.
Ele escreveu: “Sim, direitos dos animais movem pessoas diferentes de formas diferentes, e há ainda aqueles que pensam que os animais simplesmente não têm direitos. Mas não existe razão para propositadamente impedir a vida do urso pardo do Canadá especialmente para os chapéus da guarda – isso é um absurdo, pois eles podem ser facilmente substituídos por versões artificiais (graças à visionária Stella McCartney), sem envolver mortes.“
O cantor terminou sua carta dizendo que guardas que usam peles de animais refletem “o que há de mais baixo no espírito humano”.
(Fonte: ANDA)
3 de agosto de 2010
CONHEÇA A HISTÓRIA DE BABY, O CÃOZINHO QUE GANHOU NA JUSTIÇA O DIREITO A SER TRATADO DE LEISHMANIOSE AO INVÉS DE SER SACRIFICADO
Leiam, a seguir, a jornada do cãozinho Baby de Cafelândia (interior de SP) e sua vitória na justiça para tratar de leishmaniose.
Leishmaniose é uma doença séria e quem ama seu animalzinho deve cuidar bem, se informando com o seu médico veterinário sobre o uso de repelentes que o protejam do mosquito, pois cuidando dele estará também protegendo a sua família.
Existem repelentes para todos os “bolsos”, pois muitos de nós temos mais de um cachorro.
O importante é prevenir sempre! Lembre-se de perguntar ao médico veterinário de seu cãozinho. Não se esqueça, quem ama cuida!!! Essa história serve para encorajar os demais, bem como aqueles que se encontram aflitos e temem que o pior aconteça.
Segue a história:
No interior paulista, mais precisamente na cidade de Cafelândia, uma determinada família passou, nos últimos dias, por momentos cruciais, que, aqui faço um breve relato. Baby é animal de estimação da família desde o nascimento (março/2000), portanto inegável o vínculo de carinho e afeto entre o animal e a família.
Em maio do corrente ano, apresentando alguns problemas de saúde, acabou encaminhado para o município de Bauru, um centro médico-veterinário altamente avançado, com profissionais gabaritados, onde foi constatado que Baby era soro positivo para a LVC (Leishmaniose Visceral Canina).
A tutora Nádia, bem como seu pai José, “abraçaram a causa” e decidiram tratar e cuidar do animalzinho, não medindo esforços, mudando toda sua rotina e instituindo outras prioridades (o tratamento de Baby). A rotina da família modificou-se, posto que Nádia e o pai, deslocavam-se 3 vezes por semana para Bauru, durante 3 meses, para que Baby se submetesse ao tratamento de Soroterapia. A junta médica-veterinária alertou à família que, dada a agressividade do tratamento, o cãozinho poderia vir a sucumbir…
Entretanto, para a surpresa de todos, Baby resistiu bravamente ao tratamento. Sendo motivo de orgulho e sucesso para todos que acreditaram.
Foi um fato inédito na Clínica da Dinda. Todos comemoraram. Em data de 31.10.2008 Nádia foi procurada por um Servidor da Vigilância Sanitária do município de Cafelândia, e foi informada que o cão Baby seria recolhido na segunda próxima 03.11, através de busca e apreensão para sacrifício (eutanásia). Nádia, em prantos, contatou a irmã e implorou por providências (medidas judiciais).
Esta se empenhou durante o final de semana e, com a ajuda de 2 outros colegas advogados, ajuizou ação pertinente cumulada com pedido de tutela antecipada perante a Vara Única da Comarca de Cafelândia. Trouxe dispositivos legais e farta jurisprudência a respeito. A inicial foi despachada diretamente com o Magistrado, dada a urgência e peculiaridade do caso. O Magistrado a recebeu e a encaminhou ao Ministério Público, onde este emitiu parecer favorável pelo não sacrifício do Cão Baby. E, o ilustre magistrado, assim como a Douta Promotora, ambos dotados de muita sensibilidade, acolheu a cota ministerial e deferiu a tutela antecipada para que a Prefeitura Municipal fosse citada e se abstivesse da prática da medida extrema de sacrificar o animal, tendo em vista o tratamento de sucesso a que Baby se submetera. A decisão judicial foi única na comarca.
Nunca houve qualquer caso parecido. Todos os servidores do Tribunal torciam pela vida de Baby, assim como a família, o corpo jurídico e a junta médico-veterinária. E, hoje, graças ao profissionalismo dos gabaritados médicos veterinários da Clínica Dinda, dos advogados atuantes (Nilmara, Edilene Sastre e Luiz Poli) e outros mais que acreditaram na vida e no tratamento de alto nível, Baby continua vivendo, tendo seu direito de sobreviver garantido judicialmente.
A família entrou em festa. A Clínica Veterinária igualmente. Os advogados subscritores comemoraram a vitória. E viva a Vida! E viva o Baby! A advogada Nilmara relata que foi a batalha judicial mais importante e gratificante desde seu ingresso na vida jurídica.
Então, Senhores Protetores dos Animais!!! Não desanimem! Convido a todos para lutarem incansavelmente na defesa dos animais e, que façamos com que cessem as práticas de matança indiscriminada deles.
Vamos lutar pela Vida. Viva à Vida! E viva ao Baby!
Nosso lindo cãozinho que permanece entre nós e continua, sempre, incondicionalmente a nos dar alegria!
(Fonte: ANDA)
Leishmaniose é uma doença séria e quem ama seu animalzinho deve cuidar bem, se informando com o seu médico veterinário sobre o uso de repelentes que o protejam do mosquito, pois cuidando dele estará também protegendo a sua família.
Existem repelentes para todos os “bolsos”, pois muitos de nós temos mais de um cachorro.
O importante é prevenir sempre! Lembre-se de perguntar ao médico veterinário de seu cãozinho. Não se esqueça, quem ama cuida!!! Essa história serve para encorajar os demais, bem como aqueles que se encontram aflitos e temem que o pior aconteça.
Segue a história:
No interior paulista, mais precisamente na cidade de Cafelândia, uma determinada família passou, nos últimos dias, por momentos cruciais, que, aqui faço um breve relato. Baby é animal de estimação da família desde o nascimento (março/2000), portanto inegável o vínculo de carinho e afeto entre o animal e a família.
Em maio do corrente ano, apresentando alguns problemas de saúde, acabou encaminhado para o município de Bauru, um centro médico-veterinário altamente avançado, com profissionais gabaritados, onde foi constatado que Baby era soro positivo para a LVC (Leishmaniose Visceral Canina).
A tutora Nádia, bem como seu pai José, “abraçaram a causa” e decidiram tratar e cuidar do animalzinho, não medindo esforços, mudando toda sua rotina e instituindo outras prioridades (o tratamento de Baby). A rotina da família modificou-se, posto que Nádia e o pai, deslocavam-se 3 vezes por semana para Bauru, durante 3 meses, para que Baby se submetesse ao tratamento de Soroterapia. A junta médica-veterinária alertou à família que, dada a agressividade do tratamento, o cãozinho poderia vir a sucumbir…
Entretanto, para a surpresa de todos, Baby resistiu bravamente ao tratamento. Sendo motivo de orgulho e sucesso para todos que acreditaram.
Foi um fato inédito na Clínica da Dinda. Todos comemoraram. Em data de 31.10.2008 Nádia foi procurada por um Servidor da Vigilância Sanitária do município de Cafelândia, e foi informada que o cão Baby seria recolhido na segunda próxima 03.11, através de busca e apreensão para sacrifício (eutanásia). Nádia, em prantos, contatou a irmã e implorou por providências (medidas judiciais).
Esta se empenhou durante o final de semana e, com a ajuda de 2 outros colegas advogados, ajuizou ação pertinente cumulada com pedido de tutela antecipada perante a Vara Única da Comarca de Cafelândia. Trouxe dispositivos legais e farta jurisprudência a respeito. A inicial foi despachada diretamente com o Magistrado, dada a urgência e peculiaridade do caso. O Magistrado a recebeu e a encaminhou ao Ministério Público, onde este emitiu parecer favorável pelo não sacrifício do Cão Baby. E, o ilustre magistrado, assim como a Douta Promotora, ambos dotados de muita sensibilidade, acolheu a cota ministerial e deferiu a tutela antecipada para que a Prefeitura Municipal fosse citada e se abstivesse da prática da medida extrema de sacrificar o animal, tendo em vista o tratamento de sucesso a que Baby se submetera. A decisão judicial foi única na comarca.
Nunca houve qualquer caso parecido. Todos os servidores do Tribunal torciam pela vida de Baby, assim como a família, o corpo jurídico e a junta médico-veterinária. E, hoje, graças ao profissionalismo dos gabaritados médicos veterinários da Clínica Dinda, dos advogados atuantes (Nilmara, Edilene Sastre e Luiz Poli) e outros mais que acreditaram na vida e no tratamento de alto nível, Baby continua vivendo, tendo seu direito de sobreviver garantido judicialmente.
A família entrou em festa. A Clínica Veterinária igualmente. Os advogados subscritores comemoraram a vitória. E viva a Vida! E viva o Baby! A advogada Nilmara relata que foi a batalha judicial mais importante e gratificante desde seu ingresso na vida jurídica.
Então, Senhores Protetores dos Animais!!! Não desanimem! Convido a todos para lutarem incansavelmente na defesa dos animais e, que façamos com que cessem as práticas de matança indiscriminada deles.
Vamos lutar pela Vida. Viva à Vida! E viva ao Baby!
Nosso lindo cãozinho que permanece entre nós e continua, sempre, incondicionalmente a nos dar alegria!
(Fonte: ANDA)
28 de julho de 2010
REGIÃO ESPANHOLA DA CATALUNHA PROÍBE TOURADAS
O Parlamento da região autônoma da Catalunha decidiu, nesta quarta-feira, proibir as touradas, transformando a província na primeira região da Espanha continental a banir a prática.
A votação foi resultado de uma petição levada ao Parlamento com a assinatura de 180 mil pessoas que diziam que a prática é bárbara e antiquada.
Aqueles que são favoráveis às touradas insistem que as corridas, como são chamadas na Espanha, são uma tradição importante que deve ser preservada.
Grupos pró-touradas temem que a proibição possa inspirar uma onda de campanhas semelhantes no resto da Espanha.
Eles dizem que as touradas são uma forma de arte e que a medida ameaça o meio de vida de milhares de pessoas.
A proibição começa a ter efeito em janeiro de 2012.
CONSCIÊNCIA
A medida foi aprovada por 68 votos contra 55, com nove abstenções.
A votação foi apertada porque os dois principais partidos presentes no Parlamento suspenderam a fidelidade partidária, tomando a rara decisão de permitir que seus membros votassem de acordo com suas consciências.
Mas, enquanto o debate oficial é sobre os direitos dos animais, muitos acreditam que o processo seja uma tentativa da Catalunha - onde há um movimento nacionalista pró-independência – marcar sua diferença do resto da Espanha, rejeitando uma das mais conhecidas tradições do país.
A principal arena de touradas de Barcelona é uma das mais antigas da Espanha, mas o apoio à prática vem caindo entre os moradores da cidade.
(Fonte: BBC Brasil)
A votação foi resultado de uma petição levada ao Parlamento com a assinatura de 180 mil pessoas que diziam que a prática é bárbara e antiquada.
Aqueles que são favoráveis às touradas insistem que as corridas, como são chamadas na Espanha, são uma tradição importante que deve ser preservada.
Grupos pró-touradas temem que a proibição possa inspirar uma onda de campanhas semelhantes no resto da Espanha.
Eles dizem que as touradas são uma forma de arte e que a medida ameaça o meio de vida de milhares de pessoas.
A proibição começa a ter efeito em janeiro de 2012.
CONSCIÊNCIA
A medida foi aprovada por 68 votos contra 55, com nove abstenções.
A votação foi apertada porque os dois principais partidos presentes no Parlamento suspenderam a fidelidade partidária, tomando a rara decisão de permitir que seus membros votassem de acordo com suas consciências.
Mas, enquanto o debate oficial é sobre os direitos dos animais, muitos acreditam que o processo seja uma tentativa da Catalunha - onde há um movimento nacionalista pró-independência – marcar sua diferença do resto da Espanha, rejeitando uma das mais conhecidas tradições do país.
A principal arena de touradas de Barcelona é uma das mais antigas da Espanha, mas o apoio à prática vem caindo entre os moradores da cidade.
(Fonte: BBC Brasil)
29 de junho de 2010
A SÍNDROME DOS COLECIONADORES DE ANIMAIS
(O doutor em psicologia Randy Frost, do Smith College, de Massachusetts, nos Estados Unidos, explica o que é a síndrome dos colecionadores de animais)
Colecionar animais (Animal Hoarding)
É um comportamento humano patológico, que envolve a necessidade compulsiva de ter e controlar animais, associada à incapacidade de reconhecer o sofrimento deles.
Implica o crime de maus tratos aos animais e envolve sérias questões de saúde pública.
ÉPOCA - Como um colecionador de animais patológico se diferencia de um cachorreiro normal?
Randy Frost- Observamos se os animais estão recebendo tratamento adequado. Há pessoas que possuem vários animais e são capazes de cuidar bem deles, mas em um dado momento alguma coisa acontece e surge um desequilíbrio. Normalmente é algum tipo de perda, seja financeira ou de alguma pessoa querida. A partir daí essas pessoas não conseguem mais cuidar dos animais como cuidavam antes e eles passam a sofrer. Elas não percebem que seu comportamento mudou e não tomam uma providência para voltar ao normal.
ÉPOCA - Então tudo começa a dar errado a partir de uma situação nova?
Frost-Sim, em alguns casos. Esse é um dos perfis de colecionadores de animais. Uma das características dessa síndrome é a ligação forte que essas pessoas sentem com os animais. Muita gente que cria bichos de estimação em casa se sente ligada afetivamente com eles, mas nos colecionadores essa ligação é tão próxima que eles não conseguem deixar o animal ir embora, mesmo quando está claro que ele ficaria melhor em outro lugar. Muitas vezes gastam muito dinheiro e muito tempo por causa disso. A situação até pode seguir sob controle durante algum tempo. O problema é quando, por alguma questão financeira, familiar ou de saúde, a pessoa não tem mais condições de cuidar dos bichos, mas já não consegue se desapegar deles e procurar um novo cuidador
ÉPOCA - O que pode ser feito para ajudar essas pessoas e esses animais?
Frost -Nós não sabemos qual é a melhor estratégia. Conheço pessoas que foram colecionadoras de animais e hoje estão livres do problema. Elas contam que, enquanto estavam agindo como colecionadoras, simplesmente não percebiam o que estava acontecendo. Não enxergavam que podiam viver sem tantos animais, e que aqueles animais também conseguiriam viver muito bem sem eles. Depois que eles ficaram sem os animais, adquiriram uma nova perspectiva daquela situação. [Nos Estados Unidos esses casos são resolvidos judicialmente: os animais são recolhidos e os colecionadores são proibidos de criar animais novamente] Finalmente perceberam que na verdade estavam prejudicando seus bichos. O problema é que os abrigos costumam não ser espaçosos o bastante para acomodar tantos. Então algumas vezes eles são sacrificados.
ÉPOCA - O medo dos colecionadores é justamente esse, não?
Frost -Sim, eles sentem que têm a missão de evitar a morte dos animais. Eles seguem o raciocínio de que um animal doente ou tratado inadequadamente é melhor do que um animal morto. O que me parece é que a melhor estratégia para começar a recuperação dos colecionadores é criar um ambiente estável e evitar que eles colecionem mais animais. É muito difícil conseguir que as pessoas se desfaçam de seus bichos.
ÉPOCA -E dá pra prevenir esse comportamento?
Frost -O que acontece aqui - e acredito que no Brasil aconteça a mesma coisa - é que essas pessoas são facilmente identificadas em suas comunidades como "a mulher dos gatos", ou algo assim. E aí os vizinhos que não querem mais seus gatos vão jogá-los dentro da casa dessa mulher. E isso contribui para agravar o problema. E o que essa mulher vai fazer? Ela não será capaz de despejá-lo na rua, pois tem medo de que o gato não sobreviva.
ÉPOCA - Há como parar esse ciclo vicioso?
Frost - Sim, quando há clínicas veterinárias e abrigos que os colecionadores freqüentem. Os profissionais desses lugares podem ficar de olho nos colecionadores e puxá-los para uma conversa. Eles podem falar sobre o estado de saúde dos animais e oferecer algum tipo de ajuda.
ÉPOCA - Aqui a internet tem sido uma aliada de cachorreiros e ONGs na meta de aumentar as adoções. Você vê essas redes positivamente?
Frost -Acho que a internet é um ótimo recurso para resolver esse tipo de problema. Só que ela é ao mesmo tempo um lugar onde os problemas podem ficar piores, pois os colecionadores podem procurar ainda mais animais na internet.
Características do comportamento de um colecionador de animais
* - Incapaz de colocar um limite no número de animais abrigados
* - Mantém um número anormal de animais em casa
* - Incapaz de dar aos animais o mínimo de condições de vida: alimento adequado, água, cuidados veterinários, e higienização do animal e do ambiente (as fezes e a urina se acumulam)
* - Inábil para admitir a própria incapacidade de cuidar minimamente dos animais e perceber o impacto negativo em sua própria saúde e bem-estar, na das pessoas próximas e dos animais abrigados
* - Incapaz de agir sobre a deterioração das condições dos animais ou do ambiente
* - Incapaz de doar um animal que seja (há casos em que nem os animais mortos são retirados do local)
* - Evita situações que poderão expô-lo, como, p.ex., receber amigos em casa
Lidando com o colecionador
Uma das formas mais efetivas de lidar com situações de Hoarding é montar uma força-tarefa interdisciplinar, envolvendo representantes de todas áreas envolvidas. Nos Estados Unidos, muitas comunidades montaram equipes com pessoas da área da saúde pública, serviço social, fiscalização do código de posturas e grupos de proteção aos animais, para um esforço conjunto na condução destes casos.
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Fonte: Época
25 de maio de 2010
MINISTÉRIO PÚBLICO ANTECIPA CRIAÇÃO DE GRUPO DE DEFESA ANIMAL
Participaram do encontro a advogada Stela Prado, o coordenador do grupo Sentiens Defesa Animal, Maurício Varallo, o deputado estadual Fernando Capez e o procurador geral de justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira.
Em audiência ocorrida na última segunda-feira, o Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, anunciou a antecipação da criação do Grupo Atuação Especial de Defesa Animal dentro do Ministério Público de SP, que agirá na repressão aos crimes cometidos contra os animais. O grupo contará com promotores de justiça especialistas no tema e responderá diretamente ao Procurador Geral, atuando nas áreas cível e criminal.
A adiantamento em relação a prazo manifestado anteriormente pelo MP ocorre em atenção ao pedido do deputado estadual e procurador de justiça Fernando Capez e dos apoiadores da campanha "Direitos animais, uma questão de JUSTIÇA!", representados no encontro pelo coordenador do grupo Sentiens Defesa Animal, Maurício Varallo. A campanha conta até o momento com o apoio de mais de 17 mil signatários e o endosso de cerca de 210 instituições de todo o país.
O procurador Fernando Grella Vieira se comprometeu a concluir a instalaçao do grupo até o próximo mês de dezembro. A equipe terá sua base na Procuradoria Geral de Justiça, em São Paulo, capital.
A criação de um Grupo Especial é o primeiro passo para a criação da Promotoria de Defesa Animal, caminho percorrido para a instalação de outras promotorias especializadas, como a de combate à sonegação fiscal.
Veja a cronologia da criação da Promotoria de Defesa Animal
* 28 de outubro de 2007 - Apresentação e aprovação da tese sobre a criação da Promotoria de Defesa Animal no 11º Congresso de Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de São Paulo, em São Roque/SP, texto de autoria do promotor de justiça de São José dos Campos, Laerte Fernando Levai.
* 06 de abril de 2008 - Publicação da tese da Promotoria de Defesa Animal na Revista Pensata Animal - http://www.pensataanimal.net/artigos/46-laertelevai/56-promotoria-de-defesa-animal.
* 21 de fevereiro de 2010 - Início da campanha "Direitos animais, uma questão de JUSTIÇA", pela criação da 1 Promotoria de Defesa Animal do Brasil.
* 14 de abril de 2010 - Protocolamento de petição pelo deputado Fernando Capez solicitando a criação da Promotoria de Defesa Animal em SP
* 24 de maio de 2010 - Anúncio da criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal pelo Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, que recebeu em audiência o deputado estadual e presidente da Comissão de Constituição e Justiça da ALESP, Fernando Capez, a advogada Stela Prado e o ativista Maurício Varallo.
Fonte: Sentiens
A adiantamento em relação a prazo manifestado anteriormente pelo MP ocorre em atenção ao pedido do deputado estadual e procurador de justiça Fernando Capez e dos apoiadores da campanha "Direitos animais, uma questão de JUSTIÇA!", representados no encontro pelo coordenador do grupo Sentiens Defesa Animal, Maurício Varallo. A campanha conta até o momento com o apoio de mais de 17 mil signatários e o endosso de cerca de 210 instituições de todo o país.
O procurador Fernando Grella Vieira se comprometeu a concluir a instalaçao do grupo até o próximo mês de dezembro. A equipe terá sua base na Procuradoria Geral de Justiça, em São Paulo, capital.
A criação de um Grupo Especial é o primeiro passo para a criação da Promotoria de Defesa Animal, caminho percorrido para a instalação de outras promotorias especializadas, como a de combate à sonegação fiscal.
Veja a cronologia da criação da Promotoria de Defesa Animal
* 28 de outubro de 2007 - Apresentação e aprovação da tese sobre a criação da Promotoria de Defesa Animal no 11º Congresso de Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de São Paulo, em São Roque/SP, texto de autoria do promotor de justiça de São José dos Campos, Laerte Fernando Levai.
* 06 de abril de 2008 - Publicação da tese da Promotoria de Defesa Animal na Revista Pensata Animal - http://www.pensataanimal.net/artigos/46-laertelevai/56-promotoria-de-defesa-animal.
* 21 de fevereiro de 2010 - Início da campanha "Direitos animais, uma questão de JUSTIÇA", pela criação da 1 Promotoria de Defesa Animal do Brasil.
* 14 de abril de 2010 - Protocolamento de petição pelo deputado Fernando Capez solicitando a criação da Promotoria de Defesa Animal em SP
* 24 de maio de 2010 - Anúncio da criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal pelo Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, que recebeu em audiência o deputado estadual e presidente da Comissão de Constituição e Justiça da ALESP, Fernando Capez, a advogada Stela Prado e o ativista Maurício Varallo.
Fonte: Sentiens
14 de maio de 2010
AJUDA PARA GATINHOS DA REPRESA MUNICIPAL
A Represa Municipal de São José do Rio Preto/SP é foco de abandono de animais, principalmente gatos. Eu e meu marido começamos um trabalho independente de resgate dos gatinhos mais debilitados - no momento temos 3 sob nossos cuidados, que estão sendo tratados, medicados e serão castrados assim que "arribarem" um pouquinho, rs. São o Juninho, o Siricutico e a Caledônia.
Ganhamos algumas castrações - recolhemos na represa, levamos para fazer jejum em nossa casa, levamos para castrar, observamos o pós-operatório e soltamos novamente na represa, pois infelizmente não temos onde colocar... = ( [já temos 19 gatos e 2 cães nossos, mas os 3 que aguardam por adoção, ou seja, o espaço está lotado!! rsrsrs]
Como o frio chegou pra valer por aqui, queremos tratar dos gatinhos da represa lá mesmo - já que não temos onde abrigá-los, ao menos vamos fazer o possível para deixá-los com boa imunidade, para que não adoeçam nesse frio.
Link do album com mais detalhes: http://www.flickr.com/photos/art-by-lu/sets/72157623867693657/
Por isso, pedimos doação dos seguintes medicamentos:
HOMEOPATIA (os componentes não são juntos, devem ser manipulados separados) - colocamos esse medicamento na água, e eles bebem muito quando colocamos as vasilhas, em 20 min acaba tudo, ou seja, é certeza que irão tomar e não será desperdiçado.
- Allium Sativum 5CH
- Allium Cepa 5CH
- Hydrastis Canadensis 5CH
- Sanguinaria 5CH
DEMAIS MEDICAMENTOS:
- Terraminicina pomada oftálmica;
- doxiciclina;
- Endal gatos ou equivalente;
- iodo;
- Otomicina solução otológica
Se alguém puder doar esses medicamentos, agradeço muito, pois a cada dia que passamos por lá tem mais gatinhos doentes e debilitados... = (
(Atenção!! As fotos foram tiradas de celular, não são de grande qualidade... Assim que der vou com a câmera pra documentar melhor o local)
VIDEOZINHOS (de celular, qualidade não é lá essas coisas.. rsrs):
- FRISÊ, O TAGARELINHA:http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=sI6khO-HnzA
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=bUSBEYNS8W0
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=STlHQw7Iu8I
www.youtube.com/watch?v=Ub99PCbNfN4
- GATA VAQUINHA:
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=V1dmnd8OPk4
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=K5_LbHi1dkY
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=z09ki3LcLB0
- MAMONA:
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=M69-GNhGmtg
- "CLANDESTINOS", RSRSRS:
http://www.blogger.com/www.youtube.com/watch?v=rsljHK1zErM
Quem quiser entrar em contato comigo para maiores esclarecimentos, o e-mail é http://www.blogger.com/artbylu@gmail.com
7 de maio de 2010
"CASTRAMÓVEL" ATENDERÁ A COMUNIDADES CARENTES DE CURITIBA/PR
Comunidades carentes de Curitiba (PR) serão visitadas a partir de segunda-feira (7) pela Unidade Móvel de Esterilização de Cães e Gatos, também chamada de “castramóvel”. O projeto, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com a prefeitura da capital, vai oferecer o serviço gratuitamente à população de baixa renda. Também serão realizadas palestras sobre a guarda responsável.O “castramóvel” foi equipado com materiais cirúrgicos, além de um local adequado para o atendimento pós-operatório dos animais. As castrações serão feitas apenas em animais que tenham tutores e sem complicações clínicas que possam interferir na recuperação.
Segundo o professor Rogério Robes, que coordena o projeto, o objetivo não é realizar castração em massa de animais. Para ele, é mais importante conscientizar os tutores dos cuidados com seus bichos de estimação. “Só a castração não resolve o problema do abandono. É preciso educar”, afirmou Robes.
O serviço será ofertado para famílias que já são atendidas por programas sociais. Segundo a prefeitura, elas serão avisadas previamente do dia e horário do serviço. Os animais também receberão um microchip com os dados do proprietário. Para receber o serviço, as famílias terão que participar das atividades educativas.
Fonte: ANDA
6 de abril de 2010
ANIMAIS SILVESTRES FAMINTOS PROCURAM A MORTE NAS CIDADES
É chocante e muito triste o recente fenômeno causado nos centros urbanos de municípios com grandes índices de desmatamento da Mata Atlântica. Devido à perda repentina do habitat, espécies de aves muito raras, antes só encontradas em matas bem preservadas, agora são facilmente observadas procurando alimento desesperadamente nas árvores frutíferas dos quintais das casas.No último dia 4 de abril, por exemplo, em plena área urbana, três espécimes de guaxe (Cacicus haemorrhous) famintos atacavam abacates verdes de um abacateiro. Itaiópolis é um dos municípios recordistas em desmatamento de Mata Atlântica (Matas de Araucárias) nos últimos 15 anos.
Segundo uma vizinha do local, em sua casa também tem aparecido aves raríssimas e o guaxe chega a atacar até as flores do jardim - principalmente a lanterna-chinesa (Abutilon striatum).
O guaxe constrói o ninho em forma de um saco usando, geralmente, uma espécie de bromélia (barba-de-velho) como material. Ele costuma nidificar em colônias, o que garante maior proteção aos filhotes.
Quando a fauna refugiada do desmatamento procura comida nas cidades, recebe a sentença de morte imediata. Não escapa do pelotaço certeiro dos estilingues, das pedradas e dos tiros de espingardas.
Na semana passada, em Guaramirim (SC), um menino deu uma pedrada em uma garça cinzenta enorme, maior do que ele, quebrando uma das asas da pobre criatura. Sentindo uma dor terrível, a garça, gravemente ferida e impossibilitada de voar, foi solta nas arrozeiras do entorno da RPPN Santuário Rã-bugio, para esperar pela morte. Nada pôde ser feito a não ser lamentar profundamente.
O trabalho de proteção é feito de forma intensa em busca da diminuição do massacre dos animais silvestres. E, além das pedradas e pelotaços lançados por garotos, animais ainda são vítimas do desmatamento praticado pelos adultos – tanto os ilegais quanto os autorizados para loteamento.
Fonte: ANDA
3 de abril de 2010
BICHO-PREGUIÇA É ENCONTRADO EM CALÇADA DE AVENIDA NO GUARUJÁ/SP
Um bicho preguiça foi encontrado em uma das principais avenidas do Guarujá, no litoral paulista a 86 km de São Paulo. A fêmea de 3,5 kg, seis anos de idade foi resgatada pela Primeira Companhia de Policial Ambiental e levada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres, em São Vicente, a 65 km da capital paulista.
Após passar por bateria de exames, a fêmea - que está grávida - foi devolvida à natureza.
Fonte: R7 Notícias
Após passar por bateria de exames, a fêmea - que está grávida - foi devolvida à natureza.
Fonte: R7 Notícias
1 de abril de 2010
OS ANIMAIS TAMBÉM MERECEM UMA FELIZ PÁSCOA
Estamos no período da Páscoa e, como em todos os anos, é muito comum as crianças pedirem coelhinhos como presente nessa época. Infelizmente, cedendo ao capricho dos filhos, muitos pais acabam por comprar esses lindos animais como se estivessem comprando um bichinho de pelúcia: falta-lhes a consciência de que o animal precisa de cuidados especiais.Para piorar a situação, há comerciantes que se aproveitam do momento e colocam coelhos filhotes e adultos à venda em vitrines, sem a preocupação com o bem-estar desses animais. Alguns vendedores colorem o pelo com tinta para atrair o público, enquanto outros chegam a vender filhotes ainda bem imaturos, como coelhos anões. Muitos desses filhotes acabam morrendo após alguns dias por falta de cuidados especiais, manipulação inadequada e falta da mãe. O mais triste é que, passada a empolgação, muitos animais ainda são abandonados em praças públicas ou em portas de veterinários. Em casos mais extremos, viram comida..
Os coelhos são seres vivos, não bichos de pelúcia. Eles vivem em média de 6 a 8 anos, requerem alimentação especial e equilibrada, necessitam de um ambiente apropriado, são extremamente sensíveis a mudanças de temperarura, possuem um esqueleto delicado e devem ser manipulados com cuidado, pois costumam fraturar os ossos mesmo em pequenas quedas ou pisões. É muito comum vermos as pessoas, principalmente crianças, os carregarem pelas orelhas, o que é totalmente contraindicado.
Uma compra desnecessária
Ao comprar um animal por impulso, os pais reduzem esse ser vivo e senciente a uma mercadoria, e deixam de ensinar aos seus filhos sobre responsabilidade e compaixão.
Em hipótese nenhuma devemos comprar um animal por impulso. Temos que levar em conta que eles necessitarão de cuidados especiais durante todo o seu tempo de vida, como:
Em hipótese nenhuma devemos comprar um animal por impulso. Temos que levar em conta que eles necessitarão de cuidados especiais durante todo o seu tempo de vida, como:
alimentação apropriada à sua espécie
instalações adaptadas
visitas regulares ao veterinário
carinho, tempo, atenção e, sempre que possível, uma companhia da mesma espécie.
Se você ou sua família não tem condições de prover todas essas condições ao animal, é melhor pensar em comprar para seu filho um coelho de pelúcia e curtir a Páscoa sem causar sofrimento a esses seres tão especiais.
Cães e chocolates
No período da Páscoa, precisamos ficar atentos também aos nossos cães. Quando ganhamos vários ovos de chocolate, é muito comum nossos melhores amigos acompanharem cada abertura de pacote com aquele olhar de “quero só um pedacinho!”. Mas, infelizmente, o chocolate não é um alimento saudável para os cães: além de ser muito gorduroso e calórico, ele pode acabar intoxicando o animal.
O chocolate possui substâncias chamadas metilxantinas, que têm a capacidade de tornar o produto viciante, sendo as principais a cafeína e a teobromina, além de uma quantidade enorme de gordura e carboidratos. Mas a grande vilã para o organismo do cão é a teobromina. Sua quantidade varia de acordo com a quantidade de gordura do chocolate: quanto mais gordura ele possuir, menor vai ser a quantidade de teobromina. Quanto mais escuro for o chocolate, mais teobromina ele terá, e maior será a possibilidade de ocorrer a intoxicação.
Assim, o chocolate amargo, muito utilizado na culinária, é o que oferece maior risco, já que possui um teor mais elevado de teobromina (em torno de 1.35%). No chocolate branco, esse valor é bem menor (0,005%), não oferecendo tanto risco ao cão. De qualquer maneira, não devemos dar nenhum chocolate, pois dependendo do tamanho do animal, mesmo um pedaço pequeno pode causar problemas. Além disso, essa substância pode demorar até seis dias para ser eliminada do organismo do animal.
Sintomas
Um cão intoxicado pela ingestão de chocolate pode apresentar os seguintes sintomas:
aumento da frequência cardíaca
arritmias, aumento da micção (eliminação de urina)
aumento da pressão arterial, hiperatividade
inquietude
insônia
tremores
convulsões
e até mesmo o coma e a morte, dependendo da quantidade de chocolate que o cão ingeriu. É mais comum ocorrer intoxicação em animais de pequeno porte ou animais jovens, pois há maior quantidade de chocolate disponível em relação ao seu peso corporal.
Se o seu animal “roubou” um ovo de cima da mesa e o comeu inteirinho, fique atento aos sintomas e, diante de qualquer alteração, leve-o ao veterinário de sua confiança. Uma maneira de evitar esse problema é esconder do seu cão os ovos ou comprar ovos de chocolate feitos especialmente para cães: eles não contêm cacau nem as xantinas que fazem mal, e são vendidos nessa época em lojas especializadas.
Boa Páscoa!
Fonte: WSPA Brasil
4 de março de 2010
1º DELEGACIA DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO
É de Campinas a 1ª Delegacia de Proteção aos Animais do Estado de São Paulo. Parabéns a todos os ativistas e políticos que participaram desta vitória.
10 de fevereiro de 2010
MINISTÉRIO PÚBLICO PROÍBE O "DESFILE" DE JEGUES E CAVLOS EM SALVADOR/BA
Em reunião no Ministério Público da Bahia, nesta quarta-feira, os organizadores do tradicional desfile carnavalesco Mudança do Garcia, que vai às ruas de Salvador há mais de 80 anos, se comprometeram a não usar mais carroças puxadas por animais.O bloco de protesto, nascido no bairro popular do Garcia, se tornou um patrimônio do Carnaval baiano e, com essa medida, pode iniciar sua decadência, já que o uso de jegues, cavalos, burros, que carregam cartazes com críticas a políticos, ficará proibido a partir de 2011. A partir deste ano, haverá restrições.
Por pressão das entidades ambientalistas Terra Verde Viva e Célula Mãe e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Bahia, o promotor de justiça da 2ª Vara do Meio Ambiente, Heron de Santana Gordilho, promoveu uma reunião com os organizadores do único desfile de protesto da folia de Salvador.
“Este ano não vai ter figura de destaque, isopor, nada. Nem cavalo nem nada. Não foi só o Ministério Público, não! Estava um monte de gente lá… OAB, ambientalistas… Batemos na tecla da tradição, mas eles alegaram que a tradição não pode prejudicar os animais”, diz Lorito, um dos organizadores da Mudança.
Questionado se a festa não se tornará careta, por radicalismos de ambientalistas, Lorito lamenta a proibição, mas diz que lei é lei.
“Eles alegam que só os animais estarem no meio de tanta gente, o som, o batuque, isso estressa. E o calor… Não pude falar nada. Foi constatado pelo veterinário: o animal ouve 20 vezes mais do que a gente. Vou dizer que não tem? Já vi os caras das Muquiranas (bloco de travestidos) pegarem nos testículos do cavalo. E uma mulher deu “uma tapa” no animal… Essas coisas acontecem.”
Para o organizador, a Mudança se “descaracteriza” com a interferência do MP.
“Não acho que a Mudança vai acabar, mas ela se descaracteriza. Fica bonita de carroça! A gente vai ter que colocar a Mudança à altura dela. Estamos contando com todo mundo pra solucionar esse problema”, relata Lorito.
Em tempo: na histórico desfile da Independência na Bahia, o 2 de Julho, há também a presença de carroças, jegues, burros, cavalos… E demais classes. Ainda não foi baixado um novo mandamento.
(Fonte: ANDA)
30 de janeiro de 2010
24 de janeiro de 2010
PITBULLS ENCALHAM NAS FILAS DE ADOÇÃO
A equivocada fama de violentos e, muitas vezes, mortais, faz com que os cães da raça pitbull sofram. E há quem empurre os animais à segregação. Nos CCZs (Centros de Controle de Zoonoses) do Grande ABC (SP), eles quase predominam entre os cães de raça abandonados.Atualmente, mais de 35 animais aguardam por adoção no Grande ABC. “É um cachorro de grande porte, que tem o histórico ligado a agressões. É só a mídia divulgar algum acidente com pitbull que há abandonos”, conta a veterinária Melissa Vautier, coordenadora do CCZ de São Caetano, que abriga um total de 39 cães, cinco deles pitbulls.
Santo André tem nove cachorros desta raça disponíveis para adoção. Mas o número maior destes cães está no CCZ de São Bernardo. Dos cerca de 50 animais abrigados no local, 17 são pit bulls. Cinco deles têm histórico de agressão e foram devolvidos pelos antigos tutores.
“Eles ficam em observação por 10 dias, para verificarmos sinais de raiva. Depois analisamos o comportamento do animal. Se ele teve apenas aquele momento agressivo ou se (a violência) faz parte do seu temperamento”, explica o veterinário Blonis Ariel Rossi.
A maior parte destes cães fica mais de um ano nos CCZs até conseguir um novo lar. Exceção feita aos filhotes, que encontram mais facilidade e acabam adotados em pouco tempo. “Tivemos quatro filhotes que foram escolhidos em apenas 30 dias. As pessoas não conhecem o passado do cão adulto e, então, preferem os novos para poderem educá-los”, afirma Melissa.
Rossi conta que algumas adoções duram apenas poucos dias, e os cachorros acabam devolvidos ao CCZ. “Esta semana mesmo teve o caso de uma pessoa que levou um pit bull e veio devolver três dias depois alegando que, no início, o cão estava tranquilo e, depois, demonstrou sinais de agressividade.”
Além da superlotação em todos os CCZs da região, a grande quantidade de pit bulls tem causado transtorno nos canis porque, além de dificilmente serem adotados, os cães desta raça têm convivência complicada com outros cães. “Tudo está bem e, de repente, sem nenhum motivo, o pit bull acaba agredindo outro cachorro”, afirma Rossi.
Abandono de cães é crime e pode resultar em multa e detenção
O abandono de um cão do porte do pitbull pode acarretar consequências sérias ao tutor: desde multa a até prisão, segundo a lei de crimes ambientais, que prevê pena de até 3 anos de detenção em caso de exposição da Saúde pública a perigo grave.
O simples fato de abandonar um cachorro é crime de maus-tratos e omissão de cautela na guarda de animais, geralmente punido com multa ou penas alternativas. Se o cão agredir alguém, o tutor é responsabilizado e pode ser enquadrado no crime em lesão corporal, se a vítima prestar queixa. “O tutor responde no lugar do animal”, explica o delegado Nelson Caneloi Junior.
Denúncias sobre cães abandonados e informações sobre guarda de animais podem ser obtidas nos CCZs (Centros de Controle de Zoonoses) das cidades da região e nas páginas de entidades de defesa dos animais na internet.
Com informações do Diário do Grande ABC
Nota da Redação: A agressividade de um animal, seja da raça e da espécie que for, só é desenvolvida se estimulada. Uma guarda responsável significa oferecer ao animal os cuidados necessários para o seu bem-estar e uma educação amorosa e responsável, que consiste em estimular nele comportamentos saudáveis. Por sua constituição física, o pitbull acabou sendo uma das grandes vítimas da negligência e agressividade humanas. Tanto pitbulls como seres humanos podem ser afetuosos e excelentes companhias - a educação é que vai fazer toda a diferença como fator determinante.
(Fonte: ANDA)
17 de janeiro de 2010
PESSOAS QUE ADOTAM ANIMAIS ABANDONADOS REVERTEM TRAUMAS CAUSADOS POR ANTIGOS TUTORES
Assim como agosto é chamado o mês do cachorro louco, o verão é a estação do cachorro abandonado. Muita gente viaja, não tem onde deixar o bicho e prefere abrir mão dele. A Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), que abriga 8 mil cães e gatos no Rio de Janeiro, costuma acolher em média quarenta animais abandonados por dia – no verão, o número sobe para sessenta. Calcula-se que haja no planeta 250 milhões de cães domésticos, 32 milhões deles no Brasil – a segunda maior população canina do mundo, atrás apenas da dos Estados Unidos. Além das férias, entre os motivos mais frequentes que levam muitos tutores de cachorros a abandoná-los estão a mudança da família para uma casa menor, a perturbação causada pelos latidos e o desconhecimento das responsabilidades que são assumidas ao se criar um animal.
Lançar mão de entidades como a Suipa é a opção de muita gente que deseja renunciar ao seu bichinho, mas existem outros recursos menos convencionais – para não dizer cruéis. É comum que os cães sejam simplesmente largados nas ruas e estradas. Há quem lance mão de um truque desonesto: levar o cachorro ao pet shop, para tomar banho, e não voltar para recolhê-lo. Cansados de receber calotes desse tipo, há três meses os proprietários do Pet Center Marginal, em São Paulo, passaram a exigir a apresentação de identidade dos clientes. Dessa forma, podem rastreá-los caso desapareçam. “As pessoas traziam o animal aqui para banho ou tosa e nunca mais vinham buscá-lo”, conta Valéria Bento, gerente do estabelecimento.
Para o cão, o abandono por parte do tutor é uma experiência devastadora, da qual ele dificilmente se recupera. Os cachorros, como seus ancestrais, os lobos, são programados pela evolução para seguir o líder da matilha. No caso dos cães de estimação, esse líder é o tutor – sem ele, o animal fica desorientado e perde suas referências. Muitos recusam comida, entram em depressão e chegam a morrer de tristeza. “Quando o cão tem um líder e o perde, vive uma eterna busca para obtê-lo de volta”, diz Hannelore Fuchs, veterinária e psicóloga de animais, de São Paulo. A única forma de reverter a carência e a aflição dos cães abandonados é encontrar-lhes um novo tutor. Esse é o papel dos autodenominados protetores independentes, pessoas que, sem o apoio de instituições, recolhem cachorros das ruas, dão abrigo, alimento e vacina aos bichinhos e depois correm atrás de um novo lar para eles.
A atriz carioca Betty Gofman é uma das pessoas engajadas nessa causa. Três anos atrás, ela viu uma cadelinha em meio a uma poça de lama na estrada. Sentiu pena, mas passou reto. Quando decidiu voltar para resgatá-la, soube que havia sido atropelada. A experiência fez com que começasse a recolher animais abandonados nas ruas. “Tenho um acordo com meu marido de pegarmos, no máximo, dois cachorros ou gatos por vez. Nos últimos três anos, já consegui lar para mais de 100 animais e fico com eles o tempo que for preciso”, conta Betty, que tem seis animais de estimação permanentes. O trabalho do biólogo Lito Fernandez, de São Paulo, tomou proporções ainda maiores. Depois de encher a casa de animais – já chegou a ter oitenta bichos juntos e a contratar pessoas para ajudá-lo na manutenção –, ele organizou o Projeto Natureza em Forma, que promove a adoção de animais abandonados. O projeto funciona há seis anos, conta com 25 voluntários e já conseguiu lar para 2.200 cães. Fernandez recolhe os animais no Centro de Controle de Zoonoses e os leva a feiras e eventos onde possa haver pessoas interessadas em adotá-los.
Um fator que colabora para elevar o número de cães abandonados é que, de tempos em tempos, torna-se moda possuir um animal de determinada raça. Desde que a collie Lassie fez sua estreia nas telas de cinema, em 1943, basta uma raça ganhar os holofotes para que a procura por seus espécimes aumente. Passado o modismo, muitos tutores não querem mais saber de exibir o animal, ou acham que ele dá muito trabalho. Há três anos, o empresário paulista Marcelo Januário leu o best-seller Marley & Eu, do americano John Grogan, em que os protagonistas são um labrador e seu tutor, e se entusiasmou com a ideia de comprar um cão da mesma raça. Pagou 630 reais por um filhote de fêmea, mas, dois anos depois, precisou doar o animal. “Ela passava muito tempo sozinha, então comia desde sapatos até o controle remoto, destruiu o sofá e latia a noite toda. Eu a adorava, mas não tinha noção do trabalho que dava”, explica Januário.
Para estimular a guarda responsável de animais e diminuir o abandono de cães nas ruas e abrigos, há dois anos o governo suíço promulgou uma lei curiosa. Quem compra um cachorro, além de registrá-lo, precisa fazer um curso que envolve teoria (necessidades e desejos dos animais) e prática (situações que podem acontecer durante um passeio com o animal, por exemplo). Abandonar o melhor amigo do homem não é hábito só dos brasileiros.
(Fonte: Veja.Com)
Lançar mão de entidades como a Suipa é a opção de muita gente que deseja renunciar ao seu bichinho, mas existem outros recursos menos convencionais – para não dizer cruéis. É comum que os cães sejam simplesmente largados nas ruas e estradas. Há quem lance mão de um truque desonesto: levar o cachorro ao pet shop, para tomar banho, e não voltar para recolhê-lo. Cansados de receber calotes desse tipo, há três meses os proprietários do Pet Center Marginal, em São Paulo, passaram a exigir a apresentação de identidade dos clientes. Dessa forma, podem rastreá-los caso desapareçam. “As pessoas traziam o animal aqui para banho ou tosa e nunca mais vinham buscá-lo”, conta Valéria Bento, gerente do estabelecimento.
Para o cão, o abandono por parte do tutor é uma experiência devastadora, da qual ele dificilmente se recupera. Os cachorros, como seus ancestrais, os lobos, são programados pela evolução para seguir o líder da matilha. No caso dos cães de estimação, esse líder é o tutor – sem ele, o animal fica desorientado e perde suas referências. Muitos recusam comida, entram em depressão e chegam a morrer de tristeza. “Quando o cão tem um líder e o perde, vive uma eterna busca para obtê-lo de volta”, diz Hannelore Fuchs, veterinária e psicóloga de animais, de São Paulo. A única forma de reverter a carência e a aflição dos cães abandonados é encontrar-lhes um novo tutor. Esse é o papel dos autodenominados protetores independentes, pessoas que, sem o apoio de instituições, recolhem cachorros das ruas, dão abrigo, alimento e vacina aos bichinhos e depois correm atrás de um novo lar para eles.
A atriz carioca Betty Gofman é uma das pessoas engajadas nessa causa. Três anos atrás, ela viu uma cadelinha em meio a uma poça de lama na estrada. Sentiu pena, mas passou reto. Quando decidiu voltar para resgatá-la, soube que havia sido atropelada. A experiência fez com que começasse a recolher animais abandonados nas ruas. “Tenho um acordo com meu marido de pegarmos, no máximo, dois cachorros ou gatos por vez. Nos últimos três anos, já consegui lar para mais de 100 animais e fico com eles o tempo que for preciso”, conta Betty, que tem seis animais de estimação permanentes. O trabalho do biólogo Lito Fernandez, de São Paulo, tomou proporções ainda maiores. Depois de encher a casa de animais – já chegou a ter oitenta bichos juntos e a contratar pessoas para ajudá-lo na manutenção –, ele organizou o Projeto Natureza em Forma, que promove a adoção de animais abandonados. O projeto funciona há seis anos, conta com 25 voluntários e já conseguiu lar para 2.200 cães. Fernandez recolhe os animais no Centro de Controle de Zoonoses e os leva a feiras e eventos onde possa haver pessoas interessadas em adotá-los.
Um fator que colabora para elevar o número de cães abandonados é que, de tempos em tempos, torna-se moda possuir um animal de determinada raça. Desde que a collie Lassie fez sua estreia nas telas de cinema, em 1943, basta uma raça ganhar os holofotes para que a procura por seus espécimes aumente. Passado o modismo, muitos tutores não querem mais saber de exibir o animal, ou acham que ele dá muito trabalho. Há três anos, o empresário paulista Marcelo Januário leu o best-seller Marley & Eu, do americano John Grogan, em que os protagonistas são um labrador e seu tutor, e se entusiasmou com a ideia de comprar um cão da mesma raça. Pagou 630 reais por um filhote de fêmea, mas, dois anos depois, precisou doar o animal. “Ela passava muito tempo sozinha, então comia desde sapatos até o controle remoto, destruiu o sofá e latia a noite toda. Eu a adorava, mas não tinha noção do trabalho que dava”, explica Januário.
Para estimular a guarda responsável de animais e diminuir o abandono de cães nas ruas e abrigos, há dois anos o governo suíço promulgou uma lei curiosa. Quem compra um cachorro, além de registrá-lo, precisa fazer um curso que envolve teoria (necessidades e desejos dos animais) e prática (situações que podem acontecer durante um passeio com o animal, por exemplo). Abandonar o melhor amigo do homem não é hábito só dos brasileiros.
(Fonte: Veja.Com)
13 de dezembro de 2009
RISADAS PODEM ALIVIAR ESTRESSE DOS ANIMAIS
Muita gente acredita que a risada é uma expressão emocional que serve apenas para humanos. Há algumas décadas, o ganhador do Prêmio Nobel de fisiologia de 1973, Konrad Lorenz, sugeriu que os cães também são capazes de rir. Tudo isso pareceu claro a Lorenz quando convidava cachorros para brincar: “Eles abrem as mandíbulas, mostram a língua e a abertura da boca “quase de orelha a orelha”, dão a impressão de que estão rindo”, afirmou. Tudo isso seguido de um som produzido pela respiração rápida que se assemelha a “huh, huh”.A pesquisadora de comportamento animal Patricia Simonet, da Sierra Nevada College, gravou com sua equipe o som dos cachorros rindo enquanto brincavam em um parque e testou o efeito da gravação com 15 filhotes. “Eles explodiam de alegria ao ouvir a gravação. Recentemente, ela ainda mostrou que esse som servia para acalmar os cães em um abrigo”, disse o professor de psicologia Stanley Coren, Ph.D. da Universidade de British Columbia, em seu blog Canto Canino, no site Psichology Today.
Coren testou o experimento como seus próprios cães. “Os primeiros efeitos foram quase nulos e não causaram mais que olhares dos cachorros. Precisei de muita consciência no monitoramento para pegar o som exato. O melhor para mim ”hhuh-hhah-hhuh-hhah”, com o “hhuh” feito com os lábios fechados e o “hhah” com a boca um pouco aberta e expressão de riso. O som tem de ser anasalado, sem efeito vocal nem vibração nas cordas vocais”, afirmou o psicólogo, que percebeu que os cães levantavam imediatamente e passavam a abanar o rabo ou se aproximavam dos tutores.
Segundo Coren, a estratégia pareceu realmente acalmar os cães nervosos, ansiosos e tímidos. Claro que o funcionamento da tática é idêntico como seria em humanos: se estão um pouco ansiosos, o humor é bem-vindo. Se a situação é de pânico, sua atitude pode ser vista como rir do estado emocional deles e até piorar as coisas.
(Fonte: ANDA)
26 de novembro de 2009
ANIMAIS DOMÉSTICOS FORMAM CRIANÇAS MAIS RESPONSÁVEIS
Além da diversão que é cuidar de um animal em casa, a sua presença ajuda a criança a sentir-se mais acompanhada e segura. Se o animal for fêmea, o instinto protetor sobre as crianças da família é ainda maior. E não é só isso: tutelar um cão ou um gato em casa pode ajudar, por exemplo, a exercitar o sentido de responsabilidade das crianças. A responsabilidade e a confiança também crescem à medida que os miúdos exercem uma obrigação, neste caso cuidar de outro ser.Desde muito cedo a criança pode aprender a ter algumas responsabilidades. Pentear, colocar a comida e a água à hora certa, ajudar a limpar ou a dar banho, podem ser um bom princípio. Por outro lado, um cão ou um gato transmitem imenso carinho e afeto, o que nunca é demais na educação de uma criança.
Apesar de todos esses benefícios, os pais devem pensar bem antes de adotar um animal. Lembre-se de que eles precisam de espaço, de companhia, de regras e de limpeza. Cuidar de um animal em casa também significa ter outros gastos mensais, que nem sempre são pequenos. Escolha bem o temperamento e o tamanho do animal e você verá que a amizade e a aprendizagem serão para a vida.
(Fonte: ANDA)
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